Nossa homenagem a todos os professores alfabetizadores no Dia Mundial da Alfabetização (8 de setembro), criado pela ONU/ Unesco em 1967, para reforçar a importância de todas as nações se comprometerem com a alfabetização para inclusão social e econômica de todas as pessoas

Alfabetização não é só saber ler, escrever e interpretar um bilhete simples. É muito mais do que isso. Como dizia Paulo Freire, é saber ler, interpretar e participar do mundo.

A pesquisa Pnad Contínua Educação 2019 do IBGE, revelou que existem no Brasil 11,3 milhões de pessoas considerados completamente analfabetos ou analfabetos funcionais, sendo 18% deste total, de pessoas acima de 60 anos. Existem 6,2 milhões de jovens analfabetos vivendo na Região Nordeste, e 2,4 milhões no Sudeste.

Necessidade de trabalhar, exploração de trabalho infanto-juvenil, desinteresse e fracasso escolar, gravidez na adolescência, falta de vagas e ausência de investimentos locais em equipamentos públicos educativos e culturais para apoiar a educação de crianças e jovens, são os principais motivos que levam os brasileiros a abandonarem a escola durante a educação básica e idade certa.

Mas, no Brasil, a educação é obrigatória dos 4 ao 17 anos, o Plano Nacional de Educação estabelece que é obrigatório alfabetizar todas as crianças até o final do 3° anos do Ensino Fundamental e existem programas governamentais oficiais para erradicar o analfabetismo. Mas só as leis não bastam.

Em 2017, o o Prêmio Jabuti, a maior premiação nacional do livro no Brasil, elegeu o livro “Alfabetização: questão de métodos”, da renomada pesquisadora e catedrática brasileira Magda Soares (UFMG), como o melhor livro não ficção daquele ano. Leia aqui

Conhece alguma iniciativa de apoio à #alfabetização e ao reforço escolar aí na sua cidade? 😉